A primeira coisa que ele fez quando chega em casa é adicioná-la no msn. Espera, espera e nada. Ele resolve deixar o msn aberto, e vai fazer suas coisas.
Melissa chega em casa, depois de passar a tarde inteira na lanchonete ajudando seus pais. Vai ao seu quarto, vê que no seu telefone não há chamadas, então liga seu computador. Abre seu msn e vê aquele convite. Ela não sabe quem é, porque no email não há nome nenhum. Ela demora, mas aceita. Logo em seguida, sobe a janelinha: 'oi Melissa :)'
- Nossa! É o Edu - sorri, surpresa.
E eles passam a tarde toda conversando no msn. Lição? Ela completamente esqueceu. Parece que os dois eram amigos há tempos e o assunto nunca terminava.
'Tenho que ir agora' digita. 'boa noite, e até amanhã Mel'.
Melissa percebeu que ele não era tão idiota quanto ela pensava. Ele era um bom garoto, apesar de sua aparência. Desligou o computador e foi deitar com aquele pensamento "até amanhã".
Rolava e rolava na cama, não conseguia dormir. Decidiu ligar pra Laila. Claro, com uma novidade assim sua melhor amiga não poderia saber no outro dia.
- Amiga, você não sabe!
- Quem é? - Laila resmunga
- Como quem é? É a Melissa, louca!
- Ah, me ligue mais no meio da noite e atrapalhe meu sono, está bem? - resmunga novamente.
- Ta bom, agora presta atenção! Ho...
- Hoje o Eduardo me adicionou no msn, e nos falamos a tarde toda e eu esqueci de ligar pra minha melhor amiga pra passar o que vai cair na prova - interrompe.
- Ah, como você sabe? Foi você né! - Melissa fica surpresa.
E elas conversam bastante tempo, tempo o suficiente pra Melissa ficar com sono.
- Amiga, estou com sono.
- Ta amiga, durma e sonhe com o Edu. Ah Edu! - rindo - amanhã eu vou fazer vocês dois passarem o intervalo juntos, não pense que não!
- Idiota! Boa noite. - desliga o telefone, e vai dormir.
No dia seguinte, Melissa acordar mais cedo e se arruma mais pra ir pro colégio. Afinal, se ele gostasse mesmo dela iria notar a diferença. Sai de casa, e quem 'coincidentemente' está lá fora? Eduardo, passando devagar por seu portão.
- Eduardo? Nossa, o que faz aqui?
- Bom dia Melissa! É, eu resolvi fazer um caminho diferente hoje. Quer companhia pro colégio?
- Ah, claro que sim!
E vão, conversando o caminho todo.
- Eduardo, por favor, ande mais rápido! Vamos nos atrasar.
Eduardo continua, ela vê que não tem jeito e resolve puxar o garoto. O segura pela mão, ele a olha nos olhos e ela corresponde. Melissa o solta, sem graça e sai correndo só pra descontrair.
- Ah, se eu te pego Mel! - Eduardo fala, sorrindo.
Chegam ao colégio, cansados.
- Obrigada pela companhia Edu.
- Devíamos fazer isso mais vezes.
- É claro! Me divirto com você - fala sorrindo.
- Eu também.
Melissa já vai dando as costas, entrando pra sala de aula.
- Melissa?
Ela vira, rapidamente.
- Você está muito bonita hoje - sorri, a olhando nos olhos.
Melissa abaixa a cabeça, fala timidamente:
- Obrigada!
E é assim, a mesma rotina: não se falavam muito no colégio, mas em casa no msn eles passavam a tarde toda conversando. Melissa sentia algo muito forte por Edu, algo que ela nunca havia sentido por ninguém. Do mesmo jeito era com Eduardo, ele tinha certeza do que queria, mas ao mesmo tempo vergonha de contar tudo o que sentia por Melissa.
Até que um dia, com um mega empurrão de Melissa, Edu falou tudo o que sentia por uma garota, só não disse que garota era essa. Melissa ficou confusa, porque ela estava ali diante ele, ele poderia aproveitar e falar, e depois ouvir o que ela sempre quis dizer: 'eu amo você'.
- Estive tão perto de saber quem era a garota - contou pra Laila.
- Eu ainda acho que é você, porque você sabe o jeito que ele te olha, o jeito que ele fala com você e o jeito que ele te trata. É diferente. Você não percebe?
- Sim, eu percebo. Mas porque ele não me disse aquele dia? Eu gosto dele, poxa. Era só ele ter contado, e eu ia no embalo dele.
- Não desista amiga, vocês se gostam - aconselhou Laila.
Os dois tinham vergonha de contar o que sentiam um pelo outro. Era algo forte. Até que um dia Melissa não resistiu, e disse o que sentia pra ele, só que disfarçando. Ele entendeu o recado, aproveitou e disse tudo também. Os dois ficaram bobos, rindo pro computador. Eles estavam juntos! Mesmo que não estivessem tão próximos, eles estavam juntos.
2 de dezembro. Iria ter um baile no colégio. Algo muito brega, na opinião dos garotos. Mas algo fantástico pra garotas: era a época de exibir seus vestidos e competir com as chatas do colégio, e ao mesmo tempo, a época de dançar juntinho com seu par.
É claro que Edu chamou Melissa, que ficou ansiosa esperando que o dia chegasse logo pra ficar mais próxima dele.
Todos os casais juntinhos, dançando. Eduardo e Melissa, distantes ainda por causa da timidez. Laila que os juntou, porque se dependesse dos dois. Dançaram olhando um no olho do outro, sorrindo, um mais bobo que o outro. Eduardo chega pertinho, pertinho dela. Melissa levanta os pés. Nariz com nariz agora. E foi alí, no baile do colégio, dia 2 de dezembro que eles prometeram ser um do outro, mesmo com o pessoal comentando, mesmo com as diferenças, mesmo com tudo! O que eles sentiam era forte demais pra ser abalado com qualquer coisa assim. Ela seria só dele, e ele só dela. ♥_♥
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quarta-feira, 7 de julho de 2010
segunda-feira, 5 de julho de 2010
Cont. [I]
Ela olha pra ele, sorri e pergunta:
- Quais são suas dúvidas? Eu posso te ajudar?
- Claro que sim - ele a olha nos olhos, sorri - eu cheguei em casa e fui revisar aquilo que o professor passou pra gente, mas eu não entendi nada! Tem como você me ensinar?
- Claro que sim, eu te ajudo - olha pra frente, vê que o professor chegou - mas pode ser hoje a tarde? É que agora a gente tem aula...
- Sim, com certeza - sorri.
Eduardo, mais uma vez, fica perdido no assunto que o professor aborda e finge que presta atenção. Afinal, pelo menos ele tinha que fingir porque ele estava afim da menina mais inteligente da sala, algum assunto ele teria que ter com ela.
Aquela aula passou demoradamente para Melissa. Não era uma daquelas aulas em que ela participava e questionava o professor. Ela estava quieta. Nem mesmo ela sabia o porque disso, mas estava quieta. Até o professor estranhou o comportamento dela:
- Está com algum problema Melissa?
- Não professor. É... posso ir ao banheiro?
O professor deixa, e Eduardo ao ver aquilo fica calmo e ao mesmo tempo preocupado. Porque ela nunca havia saído assim no meio da aula. Nunca, pelo menos ele nunca havia percebido.
Lá fora, Melissa estava indo em direção a sala de sua amiga, Laila. Bate na porta da sala de aula, e a chama. Lá vem Laila, toda sorridente, afinal, sua melhor amiga iria lhe trazer novidades.
- Laila, está acontecendo algo muito estranho.
- O que amiga? Não me diga que você esta tirando só notas baixas - sorri.
Naquele momento Melissa explica tudo o que havia acontecido aula passada, e na aula de hoje.
- E se ele só estiver sentando lá na frente por sua causa?
- Não, jamais! Como um garoto daqueles se interessaria por uma nerd feito eu? Só você mesmo Lai - rindo.
O sinal toca, é hora do intervalo. Eduardo passa pelas duas, Laila sorri e acena pra Eduardo, que fica sem jeito ao ver quem está ao lado dela. Ele passa reto, junto com seus amigos badboys.
- Viu? Indiferente. Ele não esta a fim de mim. Me sinto aliviada - mentira, ela sentia falta do olhar dele no dela.
- Se você pensa assim né? Eu não vou te contrariar.
Descem juntas para o pátio. Melissa procura por Eduardo, disfarçadamente. Vê ele conversando com as 'pops' do colégio. Desvia o olhar e abaixa a cabeça.
- Ele está com outras Lai, desencana.
Laila sorri e anota o msn da amiga num papel.
- Amiga, eu vou ali rapidinho e já volto - diz Laila, indo em direção de Eduardo.
Chega perto dele, entrega o papel e diz:
- Promete adicionar?
Eduardo abre o papel, vê o msn com o nome de Melissa, sorri e responde:
- Claro - sorri olhando pro papel.
quinta-feira, 1 de julho de 2010
Conto românticuzinho :D
Ela era delicada como uma rosa, sorridente como uma criança, doce como o chocolate, linda como o sol no amanhecer, e estava só atrás de quem a quisesse bem. Ele fazia o tipo badboy, mas ninguém o conhecia realmente pra defini-lo, pois as aparências enganam. Ele só queria encontrar alguém que o despertasse amor, pois ele nunca havia amado de verdade, e tinha vontade de ouvir e falar: eu te amo.
Eles estudavam na mesma sala. Nunca haviam se falado, era só aquilo de: 'oi' e 'tchau'. Ele sentava no fundão, e sempre tacando bolinha nos outros. Ela sentava na frente, sempre atenta aos professores. Tão perto, mas ao mesmo tempo tão distante.
Até que um dia o professor deu um trabalho em dupla, onde ele mesmo escolheria os alunos. Ele viu que o garoto estava indo mal em sua matéria, e o colocou com a aluna que entendia a matéria toda. Ela era a garota. Chamou-os pelo nome: ''Melissa e Eduardo, vocês farão o trabalho juntos''. Ele olha rapidamente pra frente e encontra o olhar de Melissa junto com um sorriso fofo. Ele sorri de volta, e vai sentar-se ao lado dela.
Delicadamente, Melissa pergunta:
- Sabe alguma coisa da matéria Eduardo?
Ele responde:
- Não, e por favor, me chame de Edu - e sorri.
Melissa fica rosinha, e coloca uma mecha de cabelo atrás da orelha. Olha pra Eduardo, sorri e diz:
- Ah, claro... Edu. Vamos começar?
Ela, que sabia de tudo, tenta explicar a matéria pra ele. Mas essas tentativas foram em vão, porque ele não conseguia prestar atenção. Por mais que ela tentasse, ele não tentava ajudar também.
A aula acaba, cada um segue seu caminho, junto com seus respectivos grupinhos. Ela fica pensando em como poderia ajudar aquele garoto que, realmente, precisava de notas. Ele pensava em como aprender a matéria, se o olhar dela tinha um brilho imenso que o desviava a atenção.
No dia seguinte no colégio, ela chega e se depara com algo estranho, ao seu ponto de vista. Era ele. Estava sentado numa cadeira ao lado dela. Ela fica sem entender nada, porque como o garoto da aula passada, o badboy, sentaria na frente se ele nem se quer presta atenção nas aulas?
Olha pra ele, sorri e então senta no lugar dela. Ele fica a olhando, esperando que ela fale algo. Melissa percebe os olhares de Eduardo, então pergunta:
- Está tudo bem?
- Sim, está. Eu sei que você deve achar estranho me ver sentado aqui, na frente. Eu só queria tirar algumas dúvidas.
Ela fica surpresa com tudo isso. Como alguém pode mudar do dia pra noite?
O resto da história? Continua. :D
Eles estudavam na mesma sala. Nunca haviam se falado, era só aquilo de: 'oi' e 'tchau'. Ele sentava no fundão, e sempre tacando bolinha nos outros. Ela sentava na frente, sempre atenta aos professores. Tão perto, mas ao mesmo tempo tão distante. Até que um dia o professor deu um trabalho em dupla, onde ele mesmo escolheria os alunos. Ele viu que o garoto estava indo mal em sua matéria, e o colocou com a aluna que entendia a matéria toda. Ela era a garota. Chamou-os pelo nome: ''Melissa e Eduardo, vocês farão o trabalho juntos''. Ele olha rapidamente pra frente e encontra o olhar de Melissa junto com um sorriso fofo. Ele sorri de volta, e vai sentar-se ao lado dela.
Delicadamente, Melissa pergunta:
- Sabe alguma coisa da matéria Eduardo?
Ele responde:
- Não, e por favor, me chame de Edu - e sorri.
Melissa fica rosinha, e coloca uma mecha de cabelo atrás da orelha. Olha pra Eduardo, sorri e diz:
- Ah, claro... Edu. Vamos começar?
Ela, que sabia de tudo, tenta explicar a matéria pra ele. Mas essas tentativas foram em vão, porque ele não conseguia prestar atenção. Por mais que ela tentasse, ele não tentava ajudar também.
A aula acaba, cada um segue seu caminho, junto com seus respectivos grupinhos. Ela fica pensando em como poderia ajudar aquele garoto que, realmente, precisava de notas. Ele pensava em como aprender a matéria, se o olhar dela tinha um brilho imenso que o desviava a atenção.
No dia seguinte no colégio, ela chega e se depara com algo estranho, ao seu ponto de vista. Era ele. Estava sentado numa cadeira ao lado dela. Ela fica sem entender nada, porque como o garoto da aula passada, o badboy, sentaria na frente se ele nem se quer presta atenção nas aulas?
Olha pra ele, sorri e então senta no lugar dela. Ele fica a olhando, esperando que ela fale algo. Melissa percebe os olhares de Eduardo, então pergunta:
- Está tudo bem?
- Sim, está. Eu sei que você deve achar estranho me ver sentado aqui, na frente. Eu só queria tirar algumas dúvidas.
Ela fica surpresa com tudo isso. Como alguém pode mudar do dia pra noite?
O resto da história? Continua. :D
terça-feira, 15 de junho de 2010
Ah, o amor.
Tá, eu sei que o dia dos namorados passou. Mas e daí? O dia do amor nunca morre. Que nem diz a música do Inimigos da HP: o dia do nosso amor tem que ser todo dia ♫ Amo Inimigos da HP, isso também é amor. Pra mim é.
Um dia uma amiga minha me disse: o que é melhor: a pessoa errada na hora certa ou a pessoa certa na hora errada? Hmm, na hora eu disse a pessoa errada, mas depois, revendo tudo direitinho é melhor a pessoa certa na hora errada. Porque, afinal, se está na hora errada vocês podem ficar escondidos, 'escondido é bem melhor, perigoso é divertido' ♫ . haha
É, o amor sempre te pega de surpresa. E eu adoro surpresas. [a] *
Tem aqueles casos, tipo: amigo se apaixonar por amiga e vice versa. AH! Falar nisso de amigo e amiga eu estava ouvindo uma música no carro do meu pai que se encaixa bem aqui. Aquela do Gian & Giovanni beeem antigona: 'num cantinho rabiscado no verso ela disse meu amor eu confesso estou casando mas o grande amor da minha é você' ♫ . Eu amava essa música, sério mesmo. Só que eu nunca havia entendido a letra, só hoje eu entendi. Tipo, é um rapaz que é melhor amigo da garota e se apaixona por ela e sempre a via nos braços de outro alguém e sofreu sozinho com a solidão. Só que no final ele descobre que esse amor era correspondido, só que oinfeliz garoto não se declarou e acabou perdendo a mulher. Que triste. Mas é a música.
Tem também aqueles bobões que quando nem rola sentimento diz assim, no fim da conversa: te amo ♥. Ok, eu não te amo. O que você responde pra um indivíduo desse? Isso pra mim não é amor! Amor vem com a convivência, o jeito que a pessoa te trata, e tudo mais.
Eu já tive um amor platônico quando eu tinha uns 11, 12 anos. Era só eu ver o garoto que OMG * tremia tudo dentro de mim sabe? Era legal essa sensação, essa tremidinha. Meu coração ia a mil, depois voltava. O engraçado era que o menino nem sabia da minha existência. Mentira, ele sabia sim. Até falava comigo. Era legal. Até hoje me passa uma vaga lembrança dele. Bem vaga mesmo. Preciso disso, de novo.
Teve um também, na 4° série. O nerd da sala me pediu em namoro. OMG * eu também tremi. Só que essa tremida foi tipo, de: o que eu digo pra ele? Eu não queria namorar, sabe? Pra mim, eu era um bebê! Então, a gente virou amiguinho.
E eu também acho ridículo menina novinha quase entrando na goela do menino. ECA. Eu acho que as meninas tinham que ser bv até os 15 anos. KKKKKKKKKKKKK . Praticamente impossível. Façam como eu:percam o bv aos 14 (: Não me arrependo, e também não senti falta.
Mas enfim, o amor aparece quando você menos espera. É por isso que eu nunca espero. Ou finjo que não espero, mas eu seeempre espero. HAHA
Eu estava falando com minha mãe esses dias sobre namoro. Aliás, hoje. Ela está até se acostumando com a idéia que eu vou mesmo um dia namorar. Quem bom. Antes quando ela ouvia isso de mim ela quase arrancava meus cabelos fio a fio. Ô loco, mas é assim mesmo. É por isso que eu sou muito quietinha, ta ligado? Prefiro assim mesmo, ué.
Eu tinha muito mais coisa pra falar, mas como já está tarde eu não penso essas horas :D
Sinceridade aqui é o forte. Boa noite ;*
Um dia uma amiga minha me disse: o que é melhor: a pessoa errada na hora certa ou a pessoa certa na hora errada? Hmm, na hora eu disse a pessoa errada, mas depois, revendo tudo direitinho é melhor a pessoa certa na hora errada. Porque, afinal, se está na hora errada vocês podem ficar escondidos, 'escondido é bem melhor, perigoso é divertido' ♫ . haha
É, o amor sempre te pega de surpresa. E eu adoro surpresas. [a] *
Tem aqueles casos, tipo: amigo se apaixonar por amiga e vice versa. AH! Falar nisso de amigo e amiga eu estava ouvindo uma música no carro do meu pai que se encaixa bem aqui. Aquela do Gian & Giovanni beeem antigona: 'num cantinho rabiscado no verso ela disse meu amor eu confesso estou casando mas o grande amor da minha é você' ♫ . Eu amava essa música, sério mesmo. Só que eu nunca havia entendido a letra, só hoje eu entendi. Tipo, é um rapaz que é melhor amigo da garota e se apaixona por ela e sempre a via nos braços de outro alguém e sofreu sozinho com a solidão. Só que no final ele descobre que esse amor era correspondido, só que o
![]() |
| Eu amo a saga Twilight e esse casal seeempre será meu preferido ♥ |
Eu já tive um amor platônico quando eu tinha uns 11, 12 anos. Era só eu ver o garoto que OMG * tremia tudo dentro de mim sabe? Era legal essa sensação, essa tremidinha. Meu coração ia a mil, depois voltava. O engraçado era que o menino nem sabia da minha existência. Mentira, ele sabia sim. Até falava comigo. Era legal. Até hoje me passa uma vaga lembrança dele. Bem vaga mesmo. Preciso disso, de novo.
Teve um também, na 4° série. O nerd da sala me pediu em namoro. OMG * eu também tremi. Só que essa tremida foi tipo, de: o que eu digo pra ele? Eu não queria namorar, sabe? Pra mim, eu era um bebê! Então, a gente virou amiguinho.
E eu também acho ridículo menina novinha quase entrando na goela do menino. ECA. Eu acho que as meninas tinham que ser bv até os 15 anos. KKKKKKKKKKKKK . Praticamente impossível. Façam como eu:
Mas enfim, o amor aparece quando você menos espera. É por isso que eu nunca espero. Ou finjo que não espero, mas eu seeempre espero. HAHA
Eu estava falando com minha mãe esses dias sobre namoro. Aliás, hoje. Ela está até se acostumando com a idéia que eu vou mesmo um dia namorar. Quem bom. Antes quando ela ouvia isso de mim ela quase arrancava meus cabelos fio a fio. Ô loco, mas é assim mesmo. É por isso que eu sou muito quietinha, ta ligado? Prefiro assim mesmo, ué.
Eu tinha muito mais coisa pra falar, mas como já está tarde eu não penso essas horas :D
Sinceridade aqui é o forte. Boa noite ;*
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Amor
sábado, 12 de junho de 2010
12 de junho ♥
Dias dos namorados pra mim? Hmm, fiquei o dia todo jogando The Sims, ia sair com minha mãe mas nem deu, e joguei The Sims de novo. Como eu ainda não tenho um namorado eu vou idealizar um *-*
Namorado pra mim precisa ser carismático, simpático, ter um pouco de ciúmes é claro, ser fofo, não ser chiclete porque eu odeio gente no meu pé o tempo todo me abraçando e tals, é claro que ele pode ter amigas, mas amigas bem longe dele HIHI *o*, andar arrumadinho e sempre cheiroso, ter pegada é sempre bom, e acho que só (: AH, me entenda obviamente. E também combinar comigo, mas não precisa ser em tudo também. E só \oo/
Feliz dia dos namorados pra todos, e que vocês meninas, curtam bastante viu? Por mim ;*
quinta-feira, 20 de maio de 2010
IV. Terra do nunca, fonte da juventude e outros mitos
Todas nós conhecemos a história de Peter Pan: é um personagem de contos de fadas, que morava na Terra do Nunca, um lugar onde as crianças nunca cresciam. Peter Pan não queria crescer, pois acreditava que só a criança pode viver brincando livremente e feliz.
Essa idéia não é só dos contos de fadas. Houve uma época em que se acreditava que era possível ser sempre jovem, pois alguém espalhou a notícia de que em algum lugar existia a fonte da juventude e que as pessoas idosas que bebessem dessa água se tornariam jovens e jamais envelheceriam.
Você pode até rir disso tudo, mas ainda existem pessoas hoje em dia que mantém conceitos errados sobre a juventude, a beleza, a felicidade e o amor. Muita gente acredita que a beleza é a fonte da felicidade. Será que seu conceito de beleza é o mesmo de outras pessoas?
Em qualquer revistinha vendidas em bancas de jornal o conceito de beleza está presente. Aliás, é a televisão que difunde pelo mundo a idéia de que, para alcançar a felicidade, é preciso beleza, sensualidade, fama, ousadia e dinheiro.
Hoje, a fórmula para a felicidade se resume em seis palavras: Beleza e elegância, sensualidade, fama, dinheiro, ousadia.
Mas será que essa fórmula está certa? Será que a beleza hoje é a coisa mais importante para a felicidade de qualquer pessoa, especialmente de uma mulher?
Ela foi considerada uma das mulheres mais lindas do mundo. Ainda carrega o título de símbolo sexual do cinema americano. Amada e cobiçada pelos homens, rica e bem-sucedida, pôs fim à vida por meio de uma overdose. Usava drogas para aliviar o vazio da alma, pois se sentia incrivelmente só! Essa musa foi Marilyn Monroe. Numa visita de Billy Graham, após ouvir a mensagem do evangelho, ela disse: ”Não preciso do seu Jesus.” Uma semana depois foi encontrada morta em seu apartamento.
Essa idéia não é só dos contos de fadas. Houve uma época em que se acreditava que era possível ser sempre jovem, pois alguém espalhou a notícia de que em algum lugar existia a fonte da juventude e que as pessoas idosas que bebessem dessa água se tornariam jovens e jamais envelheceriam.
Você pode até rir disso tudo, mas ainda existem pessoas hoje em dia que mantém conceitos errados sobre a juventude, a beleza, a felicidade e o amor. Muita gente acredita que a beleza é a fonte da felicidade. Será que seu conceito de beleza é o mesmo de outras pessoas?
Em qualquer revistinha vendidas em bancas de jornal o conceito de beleza está presente. Aliás, é a televisão que difunde pelo mundo a idéia de que, para alcançar a felicidade, é preciso beleza, sensualidade, fama, ousadia e dinheiro.
Hoje, a fórmula para a felicidade se resume em seis palavras: Beleza e elegância, sensualidade, fama, dinheiro, ousadia.
Mas será que essa fórmula está certa? Será que a beleza hoje é a coisa mais importante para a felicidade de qualquer pessoa, especialmente de uma mulher?
Ela foi considerada uma das mulheres mais lindas do mundo. Ainda carrega o título de símbolo sexual do cinema americano. Amada e cobiçada pelos homens, rica e bem-sucedida, pôs fim à vida por meio de uma overdose. Usava drogas para aliviar o vazio da alma, pois se sentia incrivelmente só! Essa musa foi Marilyn Monroe. Numa visita de Billy Graham, após ouvir a mensagem do evangelho, ela disse: ”Não preciso do seu Jesus.” Uma semana depois foi encontrada morta em seu apartamento.
Portanto, o que garante a verdadeira felicidade não é eterna juventude, beleza, dinheiro, fama, sensualidade nem ousadia. A verdadeira felicidade está no amor, no verdadeiro amor.
Muitos podem dizer que a amam, porém nem sempre essa expressão é usada corretamente. Nesse sentido, há aqueles que a “amam” porque você é linda, porque tem o corpo certinho, porque é a garota mais desejada da escola, porque é simpática, porque você tem status, porque seus pais têm dinheiro, porque você traz segurança, porque desperta a masculinidade ou porque ajuda a suprir carências. Isso é amor?
Outros podem dizer que a amam contanto que você faça a vontade deles, faça sexo com eles, fuja de casa, desobedeça aos pais, use isso ou aquilo, permita essa ou aquela carícia. Isso é amor?
O verdadeiro amor é aquele em que você é vista ou tratada como um todo. Ama você pelo que você é! Ama sua personalidade! Vê seus defeitos, mas eles não impedem que você seja amada.
Muitos podem dizer que a amam, porém nem sempre essa expressão é usada corretamente. Nesse sentido, há aqueles que a “amam” porque você é linda, porque tem o corpo certinho, porque é a garota mais desejada da escola, porque é simpática, porque você tem status, porque seus pais têm dinheiro, porque você traz segurança, porque desperta a masculinidade ou porque ajuda a suprir carências. Isso é amor?
Outros podem dizer que a amam contanto que você faça a vontade deles, faça sexo com eles, fuja de casa, desobedeça aos pais, use isso ou aquilo, permita essa ou aquela carícia. Isso é amor?O verdadeiro amor é aquele em que você é vista ou tratada como um todo. Ama você pelo que você é! Ama sua personalidade! Vê seus defeitos, mas eles não impedem que você seja amada.
terça-feira, 18 de maio de 2010
Me chamo Eduardo
Namorei por três anos. Quando conheci a Paula, ambos tínhamos 17 anos. Nos três primeiros meses era tudo mil maravilhas. Nossa! Depois se tornou um inferno. Ela era muito ciumenta, começou a dar escândalos. Brigava por motivos fúteis. ps¹: os nomes podem ser fictícios.
ps²: não sei se é uma história real, mas achei emocionante.
ps³: o texto não é de minha autoria, e o mesmo eu não sei o autor.
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